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Nossos Ossos

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Heleno é assíduo. Já o era no Nordeste, é-o agora em São Paulo. Dramaturgo de ofício, patrulha palcos e esquinas, dois lados da mesma ferida, estreando peças e folheando rapazes.Um fê-lo chegar, outro fá-lo-á partir. É assim, a metrópole. Uma urgência venérea. Os sentimentos desarrumam-se-lhe então, mordentes, quando a morte, a única (im)possível, faz contas à vida.Com Cícero era diferente.

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Heleno é assíduo. Já o era no Nordeste, é-o agora em São Paulo. Dramaturgo de ofício, patrulha palcos e esquinas, dois lados da mesma ferida, estreando peças e folheando rapazes.Um fê-lo chegar, outro fá-lo-á partir. É assim, a metrópole. Uma urgência venérea. Os sentimentos desarrumam-se-lhe então, mordentes, quando a morte, a única (im)possível, faz contas à vida.Com Cícero era diferente. O boy entranhara-se-lhe. Matou-o a cidade, com a sua perfídia febril, mandou-o ao chão. Cada um morre como pode. Heleno, devoluto, viaja com o corpo para o seu Nordeste, o seu e o de Cícero, na promessa dolente de devolvê-lo aos pais. É esta a autopornografia de Freire. Uma noite pela mão, estrada fora, saciada de nada e de lugar algum.

Marcelino Freire nasceu em 1967, em Sertânia, Pernambuco, Nordeste do Brasil. Viveu no Recife e, desde 1991, reside em São Paulo. É autor, entre outros, dos livros Angu de Sangue (contos, Ateliê Editorial) e Contos Negreiros (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006), este último também publicado na Argentina e no México. Criou e é curador da Balada Literária, evento anual que, desde 2006, reúne escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro da Vila Madalena em São Paulo. No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado Nossos Ossos (Record), publicado também na Argentina e na França; e agora em Portugal, com o qual ganhou o Prémio Machado de Assis 2014 de Melhor Romance

ISBN978-989-747-045-5
AutorMarcelino Freire
PrefácioValter Hugo Mãe
ColeçãoClio
Páginas100
Dimensões135x210 mm
FormatoObra Impressa

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Heleno é assíduo. Já o era no Nordeste, é-o agora em São Paulo. Dramaturgo de ofício, patrulha palcos e esquinas, dois lados da mesma ferida, estreando peças e folheando rapazes.Um fê-lo chegar, outro fá-lo-á partir. É assim, a metrópole. Uma urgência venérea. Os sentimentos desarrumam-se-lhe então, mordentes, quando a morte, a única (im)possível, faz contas à vida.Com Cícero era diferente.

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